Brasil: continuan operativos contra favelas por Olimpiadas y Campeonato de Futebol
Favelas da Rocinha e do Vidigal são ocupadas pelas forças de paz , nenhum tiro foi disparado
Dicen que ingreso de las fuerzas militares coincidió con fuga de narcos.
Brasil. - 14 de noviembre de 2011 - La ocupación de las favelas de Rocinha, Vidigal y Chácara do Céu, incrustadas en los cerros que separan tres de los barrios más pudientes de Río de Janeiro (Gávea, Leblon y Sao Conrado) ha contado con la escenografía propia de un Estado de guerra, aunque no haya sido necesario dar un solo tiro. Pasadas las cuatro de la mañana, unidades de élite de la Policía Militar, Civil y Federal penetraron en las tres comunidades por diferentes accesos apoyadas por tanques y helicópteros de combate. Desde primera hora de la madrugada, tiradores de élite se encontraban apostados en diversos puntos privilegiados de los cerros. El grueso de la operación se produjo de noche y con el máximo sigilo, solo quebrado por el estruendo de los helicópteros al realizar vuelos rasantes sobre las casas y por la evolución de los tanques en diferentes zonas de las favelas.
El éxito de esta ocupación pacífica, que radica precisamente en la ausencia de combates cuerpo a cuerpo, deja flotando una pregunta inquietante para las autoridades que gobernaron en el pasado: ¿Por qué ahora y no antes?
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Operación fue la última de una serie que busca cambiar la cara de la antigua capital, atenazada por la pobreza, la violencia y la droga.
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Lulismo armará espectáculo olímpico sin mayor reparo en Derechos Humanos
“A estas personas les han entregado casas que están a 50 kilómetros de sus lugares de trabajo, o compensaciones que son una miseria. Las comunidades realmente están alarmadas” declaró el secretario general de Amnistía Internacional, Salil Shetty.
La celebración de los residentes de Río do Janeiro de la elección de la ciudad como sede de los Juegos Olímpicos en Brasil tuvo que parecer irrefutable. Con sol, samba y fiesta en las arenas de Copacabana, el ambiente de carnaval prevaleció, y la gente hizo su parte conmemorando la victoria de Río como ciudad sede de los Juegos Olímpicos de 2016. Fue una alegría muy diferente del sentimiento experimentado cada día por hombres, mujeres y niños de comunidades pobres que se ven amenazados con la expulsión por la prefectura de Río de Janeiro. Son familias al margen del ansia de los ilusionados con los Juegos, son familias angustiadas por el inicio de los mega-eventos deportivos. Sus casas están en el trayecto de las intervenciones urbanas que se realizarán en la ciudad para albergar los Juegos Olímpicos y parte de la Copa del Mundo 2014. Están previstas las remociones de 130 favelas para el 2016 para la construcción de tres autopistas principales: Transcarioca Transoeste y Transolímpica: el Lulismo armará el espectáculo olímpico sin mayor reparo en Derechos Humanos.
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Continúa guerra contra narcotraficantes para pacificar ciudad antes de Olimpiadas y Mundial de Fútbol
Este proceso de expulsión del narcotráfico armado de las favelas ha demostrado que cuando existe voluntad política se pueden resolver los problemas que preocupan a la sociedad.
El grueso de la operación corrió a cargo de una unidad del Batallón de Operaciones Especiales (BOPE) de la Policía Militar. Acompañados por lo que se conoce en la jerga del narcotráfico como X9 (un arrepentido del narcotráfico que colabora con las fuerzas del orden a modo de fuente sensible), los efectivos asaltaron una instalación deportiva en la búsqueda de armas, drogas y, lo más importante, criminales. Las últimas informaciones contabilizaron diez morteros, once fusiles y varias decenas de motos robadas, pero nada de alijos de drogas ni de grandes arsenales.
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Narcos se retiran sin enfrentamientos
1] Tras los repetidos anuncios de ocupación realizados por las autoridades en los días previos y las detenciones de algunos líderes del narcotráfico local, entre ellos el capo máximo, Antonio Francisco Lopes Bonfim, Nem, se sospecha que el grueso de los soldados de la red criminal han huido o están escondidos como ratas, desarmados y sin pruebas que los incriminen en su pasado de ignominia.
2] Sí se logró localizar la casa de Sandro Luiz de Paula Amorim, alias Peixe, uno de los narcos del segundo escalafón de la Rocinha y ex líder de la favela de Sao Carlos, detenido el pasado jueves. La vivienda, de tres plantas, precaria en su fachada y con reflejos en el interior de lo que podría ser una vivienda de lujo, aunque de dudoso gusto: un jacuzzi dentro del dormitorio, una piscina en la terraza, un pequeño gimnasio, un acuario de grandes dimensiones entre la cocina y la sala de estar, aire acondicionado, electrodomésticos caros.
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BRASIL:Favelas da Rocinha e do Vidigal do Rio do Janeiro são ocupadas pelas forças de paz
noviembre 13th, 2011

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BRASIL:Favelas da Rocinha e do Vidigal são ocupadas pelas forças de paz
noviembre 13th, 2011
Nenhum tiro foi disparado, mas blindados tiveram que contornar armadilhas deixadas por traficantes
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Policiais apreendem motos e armas durante ocupação das favelas da Rocinha, do Vidigal e da Chácara do Céu O Globo / Marcelo Piu
RIO – As favelas da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu, na Zona Sul do Rio, que devem receber a 19ª Unidade da Polícia Pacificadora (UPP), foram ocupadas pelas forças de paz no início da manhã deste domingo. Estratégica para o tráfico por sua localização numa área nobre da cidade, com faturamento alto (os traficantes vendem drogas a um tipo de viciado que pode pagar mais caro) e cercada de rochas e matas (o que amplia o número de rotas de fuga numa ação policial), a região já foi palco de intensos confrontos, e teria se tornado esconderijo de bandidos foragidos até do Complexo do Alemão. O anúncio oficial da ocupação foi feito por volta das 7h pelo chefe do Estado Maior da PM, coronel Alberto Pinheiro Neto. Ele afirmou que a situação estava sob controle na Rocinha, e que não houve incidentes nem tiros disparados. Em entrevista, o governador Sérgio Cabral agradeceu às forças que auxiliaram na operação de ocupação das favelas, e afirmou que esse é um dia histórico:
- Nossa equipe passou horas e horas trabalhando nesta operação, todo mundo tem que agradecer a essas pessoas, pois elas dedicaram suas vidas, os seus trabalhos a essa operação. Creio que é um dia histórico e emocionante para todo o Brasil e, principalmente, para o Rio de Janeiro, graças à união das forças públicas que trabalharam para o bem comum. Nós estamos recuperando esse território para os 100 mil moradores da Rocinha. Sim, 100 mil, e isso mostra a distorção dos números do IBGE. E são mais 20 mil no Vidigal. Pessoas que precisavam de paz.
Creio que é um dia histórico e emocionante para todo o Brasil e, principalmente, para o Rio de Janeiro
Também na entrevista, o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, afirmou que a ocupação das favelas foi o início da segunda fase de um trabalho que começou há um mês.
- Tivemos excelentes resultados, prisões significativas e apreensões de armas nessa fase inicial que se encerra. Agora se inicia um trabalho mais específico de rastreamento na Rocinha, no Vidigal e na Chácara do Céu. Esse trabalho é muito prematuro, tem cerca de quatro horas, e já temos uma quantidade de armas e motos apreendidas. O que começou hoje não tem data pra ser acabado. A área, sem dúvida, é muito grande. Trata-se de uma das maiores favelas da América Latina, e talvez do mundo. No final do dia, nós viremos finalmente para apresentar o nosso trabalho. O que temos de concreto é a libertação dessas pessoas do jugo do fuzil – disse.
Beltrame afirmou ainda que o crédito da operação é da força de paz, e não iria participar da cerimônia de hasteamento da bandeira no topo do morro:
- Eu não vou neste ato e nem acho que devo, pois é um ato institucional. Quem estava na ponta da operação, quem suou sangue, deve ter seu momento de glória, de comemoração neste ato. Essa vitória não é da secretaria, mas de todo o grupo que trabalhou nas operações. Foi uma ação combinada com instituições às quais serei eternamente grato. Sem essa filosofia de trabalhar, não seria possível fazer o que se fez hoje (domingo).
As bandeiras do Brasil e do Estado do Rio foram hasteadas por quatro mulheres da Força de Pacificação no início da tarde, na calçada da curva do S, na estrada da Gávea, em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Rocinha. O ato simbólico, que foi acompanhado pelos moradores, e marcou o sucesso da operação policial na comunidade.
Quem estava na ponta da operação, quem suou sangue, deve ter seu momento de glória, de comemoração neste ato
Perguntado se a casa do traficante Nem, preso na quarta-feira, será usada como base da UPP, Beltrame disse ainda que não pretende usar a tomada de residência como troféu, apesar disso, ele afirmou que pode usar o local futuramente. Sobre o prazo de instalação da UPP da Rocinha, o secretário respondeu ainda que esse cronograma quem vai dar é o Bope.
O comandante do Estado Maior da PM confirmou que os policiais que fazem a varredura nas casas estão proibidos de usar mochilas. Haverá, segundo o militar, exceções para situações em que seja necessário levar objetos específicos para a operação. Durante a ocupação dos complexos do Alemão e da Penha houve denúncias de que policiais haviam furtado objetos das casas dos moradores.
O comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope), tenente coronel Wilmam René Gonçalves Alonso, afirmou que policiais estão em vários pontos da comunidade, fazendo incursões na mata, à procura de traficantes, de drogas e de armas e de munições. Durante a tarde, os policiais apreenderam quantidade de munição e drogas em uma parede falsa de uma residência na Rua 4, localidade conhecida também como Valão, na Rocinha. Entre o material, há munição de calibre 762, própria para fuzis AK47 e também M16. Também foi encontrada uma
pistola de nove milímetros e quarenta e diversos carregadores. A quantidade da drogas encontradas ainda não foi estimada.
Também foi apreendido um material de uma central de distribuição de TV a cabo pirata, conhecida como “gatonet”. O sargento André Lopes, que comandava a equipe que estava vasculhando a área, disse que achou estranho que ninguém saber de quem era uma casa que se encontrava vazia. Os militares usaram marretas para quebrar a parede e achar o material. Segundo a polícia, será iniciado um trabalho de investigação para saber quem atuava na residência. A apreensão está sendo levada para o Largo da Macumba, um dos acesso à comunidade onde várias equipes do Bope estão reunidas. O material será contabilizado e depois levado para a perícia.
Foram apreendidos ainda 11 fuzis, entre eles oito FAL, um Parafal e dois AR-15 foram apreendidos pelos policiais do Bope. Além disso, há uma escopeta calibre 12, uma submetralhadora e uma granada. Um dos fuzis tinha no coldre um desenho de um coelho e no nome da facção criminosa que controla a comunidade. De acordo com os policiais, a arma pertenceria ao traficante Coelho, preso na Gávea na quarta-feira. Os policiais comemoram a apreensão com um grito conjunto de “caveira’, como são conhecidos os policiais do Bope. As armas foram levadas para a 15º DP (Leblon).
A polícia apreendeu ainda 10 morteiros nas proximidades da Escola Americana, no acesso à Rocinha. Como quatro deles estão carregados, o esquadrão antibombas foi chamado, segundo informou Rafael Menezes, delegado do Departamento Geral de Policiamento da Capital. As armas estavam escondidas na mata na localidade do Laboriaux, no alto da Favela da Rocinha. No alto da comunidade, foram encontrados ainda 112 quilos de maconha. Cerca de 50 motocicletas roubadas e um carro de luxo foram recolhidos na Estada da Gávea, um dos acessos para a favela. Uma Hilux, da Toyota, também foi apreendida e peritos que integram a equipe da ocupação estão buscando, pelo chassi, a situação dos veículos encontrados. Já no Vidigal, foram apreendidas três pistolas, um fuzil, uma luneta, 12 carregadores e munição dentro de uma mochila que estava enterrada na mata.
Em entrevista à Globonews TV, a delegada Martha Rocha, chefe da Polícia Civil, afirmou que a ação vai beneficiar os moradores das comunidades. Segundo ela, a participação das mulheres da comunidade nessa ação é fundamental. Martha Rocha fez um apelo para que elas não tenham medo e denunciem os bandidos, pontos de drogas e esconderijos de armas na favela:
- Esses moradores, em particular, recebem de volta o seu território. Não silencie, denuncie.
Esses moradores, em particular, recebem de volta o seu território. Não silencie, denuncie
A operação começou por volta das 4h10m, quando os veículos blindados da Marinha entraram nas comunidades. Segundo a Secretaria de Segurança do Rio, cerca de três mil homens entre polícias militar, civil e federal, além de militares do Corpo de Fuzileiros Navais participaram da operação, que teve o apoio de quatro helicópteros da PM e três aeronaves da Polícia Civil. Também participaram da ocupação 13 cães farejadores da PM. Ao todo, mil policiais militares entraram na comunidade.
Durante a ação, um blindado do BPChoque teve que retornar ao pé do morro do Vidigal por causa da grande quantidade de óleo que foi derramada pelos traficantes na localidade conhecida como Largo do Santinho, na parte alta da favela. Apenas os blindados da Marinha conseguiram prosseguir. Retroescavadeiras da Prefeitura foram usadas para retirar barricadas que pudessem prejudicar a entrada dos militares na comunidade.
Na madrugada, um homem foi detido na favela da Rocinha, de acordo com informações da CBN. Ele saiu de dentro da comunidade carregado por dois homens em uma motocicleta, aparentando estar passando mal. Mas após ser atendido no hospital de campanha montado na quadra da escola de samba Acadêmicos da Rocinha, os policiais decretaram sua prisão. Igor Tomás da Silva, de 29 anos, é foragido do presídio Bangu 8, e tem passagem na polícia por assalto a mão armada.
Desde as 22h de sábado, toda a região deixou de ser comandada pelo 23º BPM e passou a ser controlada pela Corregedoria da Polícia Militar. As principais ruas de São Conrado, na Zona Sul do Rio, foram fechadas a partir da madrugada para a ocupação, e só foram liberadas no início da manhã, após a retirada dos blindados da Marinha de dentro da comunidade. As principais saídas da cidade também foram bloqueadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) para impedir a eventual fuga de traficantes.
O comércio nas ruas da Rocinha, que desde sábado estava fechado, começa timidamente a reabrir. O movimento de moradores, no entando, ainda é pequeno. Os policiais que desde o meio da madrugada controlam as vias de acesso à favela, revistam quem entra e quem sai do local. O morador Domingos Silva, há oito anos na Rocinha, teve que se atrasar em uma hora para ir ao trabalho para a esperar a ocupação da Favela da Rocinha. Segundo ele, o trabalho dele começa às 5h como porteiro de uma escola na Rua Faro, no Jardim Botânico:
- Perguntei se eles queriam revistar a minha casa. Eles foram educados, olharam e ainda agradeceram a minha atitude. Deu tudo certo, que continue assim.
A situação das favelas da Rocinha e do Vidigal é semelhante à que existia na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão, já pacificadas. Traficantes transformaram as duas comunidades da Zona Sul no entreposto de drogas, armas e munição de uma facção criminosa. Há pelo menos um ano, policiais do Rio têm conhecimento de que bandidos foragidos de outras favelas da Região Metropolitana teriam buscado refúgio na Rocinha. Só na comunidade, estimava-se que havia mais de 200 traficantes e 200 fuzis em poder da quadrilha.
GUERRA CONTRA LAS DROGAS Y EL CRIMEN ORGANIZADO
Atos de violência organizada no Rio de Janeiro em 2010 ...
No dia 25 de novembro, deu-se a maior ofensiva da Polícia Militar do Rio de
Janeiro, ... pelas polícias civil, militar e federal, com o apoio das Forças Armadas.
... esta é uma das maiores operações policiais já realizadas nas favelas da
cidade, ..... Segundo ele, os policiais estavam exaustos, quase sem comer, sem
tomar ...
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La invasión militar a las favelas de Río, según los periódicos de América Latina
diciembre 13, 2010 | Publicado en Noticias de la semana, Portada, Seguridad urbana
El 28 de noviembre, con un impactante despliegue bélico, la policía y las fuerzas armadas de Brasil invadieron y tomaron el control del grupo de favelas que componen el Complejo de Alemão en Río de Janeiro.
Las autoridades habían estimado que habría entre 600 y 1000 narcotraficantes en el Alemão, pero sólo se logró arrestar a un par de decenas, sin que se tenga certeza del paradero del resto.
Desde el 2007 el gobierno de Río de Janeiro avanzó sobre 14 favelas de la ciudad con las Unidades de Policía Pacificadora (UPP), con el objetivo de volverlas seguras y pacíficas para los partidos del Mundial de Fútbol que se disputarán aquí en 2014, y los Juegos Olímpicos que albergará en 2016.
A continuación una selección de artículos periodísticos publicados por diarios de América Latina y España sobre la invasión policial y militar sobre las favelas de Río:
• Rocinha está refugiando bandidos que fugiram do Alemão (Correio do Brasil)
Segundo a Polícia Civil, foi confirmado no último domingo que bandidos do Comando Vermelho receberam abrigo na Favela da Rocinha, em São Conrado, dominada por facção rival, a Amigos dos Amigos (ADA).
http://correiodobrasil.com.br/rocinha-esta-refugiando-bandidos-que-fugiram-do-alemao/194649/
• Rocinha ajuda a esconder inimigos (O Día, Brasil)
A Polícia Civil conseguiu ontem a primeira confirmação de que bandidos do Comando Vermelho, de fato, receberam abrigo na Favela da Rocinha, em São Conrado, dominada por facção rival, a Amigos dos Amigos (ADA).
http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/12/rocinha_ajuda_a_esconder_inimigos_129302.html
• Rio investiga se policiais receberam 75 kg de ouro para facilitar fuga de traficantes (Folha, Brasil)
A CGU (Corregedoria Geral Unificada), órgão da Secretaria Estadual de Segurança, investiga se policiais civis e militares teriam recebido cerca de 75 kg de ouro para facilitar a fuga de chefões do tráfico do conjunto de favelas do Alemão (zona norte do Rio) antes da invasão policial no último dia 28.
• Após ocupação no Complexo do Alemão, número de roubos de carros no estado tem queda de 63% em uma semana (Extra, Brasil)
O impacto na segurança pública produzido pela ocupação dos dois maiores bunkers do tráfico no Rio – o complexo do Alemão e a Vila Cruzeiro – foi tão grande que, em apenas uma semana, os índices de roubos de veículos caíram 63% em todo o estado.
• UPPs transformam favelas cariocas em campos de concentração (Correio do Brasil)
Opinião é da socióloga Vera Malaguti, que participou do seminário “Encarceramento em massa: símbolo do Estado penal”, realizado em São Paulo.
http://correiodobrasil.com.br/upps-transformam-favelas-cariocas-em-campos-de-concentracao/195520/
• Corregedoria já recebeu 27 denúncias de abusos contra policiais no Complexo do Alemão (Extra, Brasil)
A Corregedoria Geral Unificada (CGU) da polícia recebeu, desde segunda-feira, 27 denúncias de maus-tratos e abusos praticados por agentes das forças de segurança que ocupam o Complexo do Alemão.
• No Morro do Alemão estão alguns dos piores índices sociais da cidade (O’ Globo, Brasil)
Vencida a etapa de retomada do território, a operação de pacificação do Complexo do Alemão deverá entrar agora na batalha definitiva: a que levará à comunidade os serviços básicos, hoje precários, além da assistência que abrirá novas perspectivas de vida, sobretudo para os jovens.
• El Ejército ocupa las favelas (Página/12, Argentina)
El presidente Luiz Inácio Lula da Silva aprobó una “fuerza de paz” militar, como la de Haití, en los complejos de favelas Alemao y Penha (norte), que incluye a la ocupada Vila Cruzeiro, hasta que pueda instalarse la policía pacificadora.
http://www.pagina12.com.ar/diario/elmundo/4-158094-2010-12-05.html
• “Los narcos querían negociar, les respondí que sólo les quedaba rendirse” (Clarín, Argentina)
Se ofreció para mediar entre la policía y los traficantes. Cuando entró en la favela se encontró con unos 500 delincuentes moralmente vencidos. Los describe con las cabezas agachadas y los hombros encogidos. La mayoría aceptó entregarse. Junior dijo que cree que ahora todo cambiará.
http://www.clarin.com/mundo/querian-negociar-respondi-quedaba-rendirse_0_382761813.html
• Toma de favelas de Río por las autoridades causa polémica en Brasil (El Tiempo, Colombia)
Mientras algunos ven la operación contra narcos como una especie de ‘Día D’, otros denuncian abusos.
http://www.eltiempo.com/mundo/latinoamerica/ARTICULO-WEB-NEW_NOTA_INTERIOR-8521600.html
• Las zonas liberadas empezaron a recibir los primeros servicios básicos (El País, Uruguay)
Después que la policía ocupó dos favelas de Río de Janeiro se produjo otra invasión: trabajadores del servicio eléctrico, recolectores de residuos y agentes de empleo están trayendo servicios largamente esperados por los residentes.
• Exito de ocupación de favela cuestionado por los abusos (La República, Uruguay)
Los testimonios que comienzan a conocerse sobre violaciones a los derechos humanos durante la ocupación policial de un complejo de favelas en esta ciudad brasileña hacen peligrar el inédito apoyo de la población a las instituciones de seguridad.
http://www.larepublica.com.uy/mundo/433697-exito-de-ocupacion-de-favela-cuestionado-por-los-abusos
• Favelas en Río de Janeiro: El silencio tras la batalla (La Nación, Chile)
El Complexo do Alemão y Vila Cruzeiro, sitiadas por la policía luego de una semana de violencia protagonizada por los narcos en la ciudad maravillosa, recién se recuperan del shock. La historia de dos niñas alcanzadas por las balas, vecinos que empiezan a perder el miedo y otros que recomiendan no preguntar más son las voces tras la batalla.
• El 80% de la marihuana incautada en Río es de Paraguay (ABC, Paraguay)
Las últimas incautaciones de droga en Río de Janeiro develaron que una gran red de narcotraficantes opera en el Departamento de Amambay. Los responsables tienen plantaciones en Bolivia y en Paraguay.
http://www.abc.com.py/nota/marihuana-incautada-en-rio-es-de-paraguay/
• Confiscan armas en favelas (El Universal, México)
Tras la guerra contra los narcos en las favelas de Río de Janeiro, en la que fueron decomisadas armas y más de 40 toneladas de mariguana y 300 kilos de cocaína, la Policía descubrió ayer por qué no pudo detener un mayor número de narcotraficantes en el Complejo de Alemao: un ducto del alcantarillado sirvió de túnel para la fuga de cientos de delincuentes.
http://www.eluniversal.com.mx/internacional/70739.html
• La contrainsurgencia aplicada en Afganistán se utiliza en Brasil (La Jornada, México)
El gobierno estatal de Río de Janeiro lanzó en diciembre de 2008 un “programa de pacificación” de las favelas cariocas con “características” similares a la “doctrina y la estrategia de contrainsurgencia que Estados Unidos aplica en Afganistán e Irak”, reportó el consulado general de Estados Unidos en un documento filtrado este martes por Wikileaks.
http://www.jornada.unam.mx/2010/12/08/index.php?section=mundo&article=031n8mun
• “La criminalidad de Brasil existe debido al racismo y la desigual distribución de la riqueza que hemos tenido a lo largo de los años” (El País, España)
Entrevita a Paulo Lins, escritor, guionista y director de cine brasileño. Autor de libros como Ciudad de Dios, en el que se basó la película de Fernando Meirelles. “La policia brasileña es la que más comete asesinatos contra los negros, entre 15 y 25 años”, dijo.
http://www.elpais.com/edigitales/entrevista.html?id=7417
• 40 arquitectos cambiarán la cara de 215 favelas de Rio (El País, España)
Algunos de los barrios más deprimidos de la ciudad serán convertidos en nuevos, coloridos y risueños espacios.
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Favelas brasileñas ya tienen moneda ... - malcolmallison - La Mula
16 Sep 2011 ... La favela Ciudad de Dios, un barrio de Río de Janeiro en el que durante
décadas hasta el 2009 reinó la violencia y el narcotráfico, ha lanzado ...
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Favelas de São Paulo temen el Mundial ... - malcolmallison - La Mula
8 Ago 2011 ... Río de Janeiro planea construir tres autopistas para autobuses antes del 2016
que pasarán por varias favelas, que albergan a miles de ...
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Complexo Alemáo: la favela considerada la Franja de Gaza de Río de Janeiro.
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